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PALESTRANTES

Grandes nomes da arquitetura mundial já confirmaram participação como palestrantes no UIA2020RIO. Confira:
AL BORDE
Equador
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AL BORDE
Equador
Fundado em Quito, em 2007, o coletivo Al Borde é composto pelos arquitetos David Barragán, Pascual Gangotena, Marialuisa Borja e Esteban Benavides. O grupo enaltece o trabalho social e o envolvimento com as comunidades em que atua. Uma de suas obras de destaque é a Casa en Construcción, projeto de revitalização de um casarão no centro histórico de Quito, onde está instalada a sede do coletivo. Essa obra recebeu o prêmio Panorama Ibero-Americano de Obras, da X Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo, realizada em São Paulo, em 2016, além do prêmio Lafarge Holcim Acknowledgement America Latina, em 2014. Em sua trajetória, Al Borde tem conquistado outras inúmeras premiações: em 2012, venceu o Prêmio Schelling de Arquitetura, na Alemanha, e ganhou a Medalha de Reconhecimento Cultural do Equador. No ano seguinte, faturou o Prêmio Mundial de Arquitetura Sustentável em Paris. Em 2014, os arquitetos foram nomeados para o Prêmio Internacional de Arquitetura Jovem Iakov Chernikov em Moscou e, em 2015, para o Design for the Year Award no London Design Museum. Em 2016, eles fizeram parte do comitê de Iakov Chernikov, em Moscou, e do comitê de nomeação para o Mies Crown Hall Americas Prize. E ainda integraram, naquele ano, a seleção oficial da Bienal de Veneza 2016.
EDUARDO SOUTO DE MOURA
Portugal
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EDUARDO SOUTO DE MOURA
Portugal
Natural do Porto, em Portugal, Eduardo Souto de Moura, antes mesmo de formar-se arquiteto pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, em 1980, já colaborava com importantes nomes da arquitetura portuguesa como Noé Dinis, Álvaro Siza Vieira e Fernandes de Sá.
Em 1981, recém-graduado, venceu o concurso para o projeto da Casa das Artes, centro da Secretaria de Cultura do Porto, o que revelou seu talento internacionalmente. Ainda em sua cidade natal, destacou-se com o projeto de arquitetura para o metrô.
Outras obras relevantes de sua autoria são o Mercado Municipal de Braga, o Estádio Municipal de Braga, a Casa da Histórias Paula Rego, em Cascais, e o pavilhão de 2005 para a Serpentine Gallery, nos Jardins de Kesington, na Inglaterra.
Como professor convidado, lecionou em Paris-Belleville, Harvard, Dublin, Zurich, Lausanne e Mantova.
É um dos arquitetos mais premiados de Portugal tendo conquistado o Pritzker, em 2011, o Prêmio Wolf, em 2013, o Prêmio Piranesi, em 2017 e, em 2018, o Leão de Ouro na Bienal de Veneza.
ELIZABETH DE PORTZAMPARC
Brasil
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ELIZABETH DE PORTZAMPARC
Brasil
Radicada há 50 anos na França, a carioca Elizabeth Portzamparc deixou o Brasil em 1969, abandonando o curso de Sociologia da PUC-RJ para iniciar seus estudos na Universidade Sorbonne, em Paris. Na capital parisiense, concluiu graduações e pós-graduações em economia, sociologia, antropologia e urbanismo, em instituições renomadas como a École des Hautes Études en Sciences Sociales e o Institut d’Études Economiques pour le Développement Social, da Université Paris.
A formação humanista é uma marca evidente em seu trabalho. Elizabeth agrega arte e sociologia a arquitetura e urbanismo. Em sua agência, conta com uma equipe multidisciplinar que, além de arquitetos, urbanistas e cenógrafos, conta com sociólogos e cientistas políticos. Entre as suas obras mais conhecidas, estão o Musée de la Romanité de Nîmes (França), o Hotel Les Arènes (Marrocos) e a remodelação da Marina da Glória (Rio de Janeiro). No urbanismo, reestruturou bairros como o Pointe de Trivaux, em Meudon-la-Forêt (França), e foi responsável pelas 145 estações e pelo mobiliário urbano do Tramway de Bordeaux (França). Seus projetos mais recentes são a estação de metrô Le Bourget, que faz parte do projeto da Grand Paris e integrará o aeroporto internacional; a Grande Biblioteca de Documentação do Campus Condorcet, em Aubervilliers, na França; e o Taichung Intelligence Operation Center, um arranha-céu com centro cultural digital, escritórios e lojas, em Taiwan.
Elizabeth foi vencedora do Future Heritage Award, em 2016.
FRANCIS KÉRÉ
Burkina Faso
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FRANCIS KÉRÉ
Burkina Faso
Nascido em 1965, numa aldeia com cerca de 3 mil habitantes em Burkina Faso, pequeno país africano, Diébédo Francis Keré formou-se arquiteto pela Universidade Técnica de Berlim e tornou-se reconhecido internacionalmente por seu trabalho visionário e com intensa atuação social. Ainda quando estudante, criou a associação Schulbausteine für Gando e conseguiu fundos para erguer a primeira escola em sua aldeia, o que lhe rendeu o prêmio internacional Aga Khan em 2004. No ano seguinte, fundou em Berlim, o escritório Kéré Architeture.
Seus projetos na África – escolas, centros culturais, vilas – o consagraram como um agende de transformação social. Kéré preconiza o uso de métodos construtivos locais em concepções sustentáveis e defende ainda a participação ativa da comunidade.
Autor de projetos para países com culturas muito diferentes, como Mali, Iêmen, China, Estados Unidos, Francis Kéré coleciona uma série de prêmios e títulos. Em 2009, recebeu o Global de Arquitetura Sustentável; em 2010, o BSI Swiss Architectural Award; e, em 2014, o Schelling Architecture Award. Participou também, em 2017, da prestigiada Serpentine Gallery, em Londres.
Dentre seus projetos, destacam-se a Assembleia Nacional de Burkina Faso, o Pavilhão de Pequim, o Porto de Zhoushan, na China, o Parque Nacional do Mali, o Teatro Satélite Volksbuhne, no Aeroporto de Tempelhof, em Berlim, entre outras.
GUSTAVO UTRABO
Brasil
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GUSTAVO UTRABO
Brasil
Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Paraná, em 2010, Gustavo Utrabo atuou na área acadêmica como professor convidado e palestrante em instituições renomadas, como Harvard GSD (Estados Unidos), Illinois Institute of Technology (Estados Unidos), University of Hong Kong (China), Future Architecture Platform (Eslovênia), Royal Institute of British Architects (Inglaterra), dentre outras. Foi fundador do escritório Aleph Zero, em Curitiba, e hoje está à frente do estúdio que leva seu nome, em São Paulo. Entre seus principais prêmios estão o RIBA International Prize (2018), RIBA International Emerging Architect (2018), ArchDaily Building of the Year na categoria Educational Building (2018) e Tomie Ohtake AkzoNobel (2017). Foi também finalista no Prêmio Mies Crown Hall Americas Emerge, do IIT College of Architecture Chicago (2018), terceiro colocado no Prêmio Oscar Niemeyer para Arquitetura Latino-Americana (2018) e finalista no Prêmio Harvard Wheelwright (2018). Seu projeto Moradias Infantis foi incluído na lista das 25 principais obras de arquitetura do século XXI pelo The Guardian.
MARCELO FERRAZ
Brasil
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MARCELO FERRAZ
Brasil
Nascido na pequena Carmo de Minas, no sul do estado de Minas Gerais, Marcelo Ferraz mudou-se para São Paulo para cursar Arquitetura na FAU-USP. Formou-se em 1980. Colaborou com Lina Bo Bardi em todos os projetos por ela realizados entre 1977 e 1992, entre eles o do Sesc Pompéia, na capital paulista. Foi também colaborador de Oscar Niemeyer, em 2002.
Em 1977, criou, com Marcelo Suzuki e Francisco Fanucci, o escritório Brasil Arquitetura, atualmente com uma equipe de oito arquitetos. Foi diretor do Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi e do programa Monumenta, do Ministério da Cultura, para recuperação de cidades históricas.
Na área acadêmica, foi professor convidado na Washington University, nos Estados Unidos. É autor dos livros Arquitetura rural na Serra da Mantiqueira (1992), Lina Bo Bardi (1993) e Arquitetura Conversável (2011).
O NORTE
Brasil
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O NORTE
Brasil
Logo depois de formados na Universidade de Pernambuco, os arquitetos Bruno Lima, Chico Rocha e Lula Marcondes fundaram, em 1998, O Norte – Oficina de Criação. Trata-se de um centro de produção de arquitetura, design, artes visuais e projetos culturais, que busca difundir e enaltecer a arte e a cultura brasileiras, sobretudo das regiões norte e nordeste. O trabalho do grupo vem sendo reconhecido e premiado: a Escola Novo Mangue, por exemplo, venceu, em 2002, um concurso organizado pelo UNICEF e Prefeitura do Recife e rendeu ao escritório o convite para representar o Brasil na 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, em 2016. O Norte também foi selecionado para participar da V Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo, em Montevidéo, Uruguai, em 2006; ganhou o prêmio “Jovens Arquitetos 2004”, pelo IAB-São Paulo e Museu da Casa Brasileira; conquistou o prêmio IAB/PE em 2009, e, em 2010, foi escolhido pela Revista Arquitetura e Urbanismo como um dos 25 escritórios de arquitetura mais promissores no Brasil nos próximos 25 anos.
SOLANO BENITEZ
Paraguai
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SOLANO BENITEZ
Paraguai
Sócio-fundador do Gabinete de Arquitectura, Solano Benitez nasceu na capital paraguaia e formou-se pela Universidade Nacional de Assunção, em 1986. Desde então, tem investido em materiais simples e de baixo custo – como tijolos e até destroços resultantes de catástrofes – como base para suas obras. Sua preocupação inicial era projetar moradias de qualidade com baixo custo. Com atenção às questões sociais e à sustentabilidade, consagrou-se entre os mais renomados arquitetos latino-americanos contemporâneos.
Entre suas obras destaca-se o Centro de Reabilitação Infantil Teletón, destinado ao auxílio no tratamento de pessoas com mobilidade limitada. Foi erguido em alvenaria de tijolos, com abóbodas no teto feitas a partir de materiais reciclados.
Em 2001, Benitez foi finalista do 2° Prêmio Mies van der Rohe para a América Latina, com o centro de lazer em Ytú, no Paraguai. Depois, em 2008, venceu o BSI Swiss Architectural Award. Em 2012, foi eleito membro honorário do American Institute of Architects. E, na Bienal de Veneza de 2016, conquistou o Golden Lion, tendo chamado a atenção dos jurados pela engenhosidade estrutural de seu projeto – um grande arco feito de tijolos e barro.


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