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RIO 2020

27º Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2020 RIO – 19 a 23 de julho de 2020

Na ocasião em que abrimos as inscrições para o 27º Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2020 RIO, tenho o prazer de convidar arquitetos e urbanistas de todo o mundo para estarem conosco no Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa.

Arquitetos de todos os continentes, pensadores do urbano, pesquisadores, universitários, construtores, movimentos da sociedade e da juventude, empresas de tecnologia e de sistemas, instituições acadêmicas e multilaterais, representações políticas e de países, enfim, sob o cenário ímpar carioca, são convidados a cotejar experiências relacionadas à construção do espaço da vida social. Tendo a arquitetura e o urbanismo como elementos catalisadores, iremos debater e formular propostas para o futuro das cidades.

“Todos os Mundos, Um Só Mundo, Arquitetura 21” é o tema que estrutura a programação de 2020, afinada com as metas da ONU e da UNESCO. Ele pode ser conhecido neste mesme site, junto com os quatro eixos temáticos que o complementam.

O Congresso Mundial se realizará no Centro do Rio de Janeiro, local histórico da cidade, depositário de um patrimônio arquitetônico que perpassa quatro séculos e meio. Esse patrimônio inclui magnifícos exemplares da Arquitetura Colonial até a Arquitetura Contemporânea, onde se destaca um dos mais importantes edifícios da Arquitetura Moderna, o antigo Ministério da Educação e Cultura, hoje Palácio Capanema. Projetado em 1936 por equipe de então jovens arquitetos, Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Jorge Moreira, Afonso Reidy, Ernani Vasconcelos e Carlos Leão, sob risco original de Le Corbusier, o Palácio Capanema será uma das sedes do 27º Congresso Mundial de Arquitetos.

Uma programação maiúscula está em desenvolvimento, incluindo a participação de mais de centena de palestrantes, e, ainda, workshops, mesas redondas, feira de materiais e de sistemas, concurso internacional de estudantes de graduação, premiação internacional de projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo, entre outras atividades.

O Congresso Mundial deu origem e se insere na programação do RIO Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA 2020. Ao longo de todo o ano, a cidade acolherá debates, palestras, exposições, entre outras atividades culturais com o objetivo de valorizar a arquitetura e a cultura arquitetônica, segundo os desafios do milênio e os objetivos da ONU.

Também junto ao Congresso, será realizado o Fórum Mundial de Cidades UNESCO, nos dias 17 e 18 de julho, reunindo como convidados os prefeitos das cidades-sedes dos congressos mundiais e lideranças políticas, arquitetônicas, empresariais e da sociedade, na reflexão sobre o futuro de nossas cidades.

O Rio de Janeiro é chamada por Cidade Maravilhosa por conta de sua rica inserção arquitetônica em uma geografia esplendorosa, única, que deu condições de se desenvolver um povo amistoso, caloroso, com grande talento artístico, que sabe receber seus visitantes e fazê-los amigos. A relação entre praias, florestas e ambiente contruído é impar, absolutamente inesquecível.

O Rio, porém, é também lugar para o enfrentamento de desafios importantes para a arquitetura do século 21. Cidade com contrastes relevantes, tem nas favelas um dos elementos urbanísticos mais representativos das dificuldades das cidades com crescimento exponencial, característico do mundo emergente. É um desafio sobre o qual o Congresso há de refletir.

O mês de julho é um dos melhores para a visitação. Tem temperatura amena, costuma ser regido por um sol caloroso, e permite o amplo desfrute de suas belezas naturais e culturais.

A cidade é capital do estado homônimo, também ele lugar privilegiado. Inúmeras cidades de litoral e de montanha são atrativos permanentes.

Mas é o Brasil, de mesmo modo, um país cheio de oportunidades para o desfrute cultural e turístico. Vale a pena conhecer os encantos da terra brasileira, considerado desde o inicio de sua colonização como um Paraíso na Terra.

Sejam bem-vindos ao Rio de Janeiro e ao Brasil, caros colegas de Todos os Mundos.

Cordialmente,

Sérgio Magalhães, presidente do Comitê Organizador do 27º Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2020 RIO.

Tema

Todos os mundos. Um só mundo. Arquitetura 21

O tema do 27º Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos – UIA2020RIO destaca a realidade urbana do mundo contemporâneo e envolve o papel da Arquitetura. Expressa a diversidade e a multiplicidade das formas urbanas e dos modos de produção das cidades.

Cidades múltiplas, cheias de contrastes, de possibilidades, de desigualdades e de acertos. São muitos os mundos urbanos a exigir atenção específica, para a qual a Arquitetura, em sua ampla dimensão, tem responsabilidade jamais exagerada. Nossas ações de planejamento, de projeto e de construção interessam a todos esses mundos e sobre cada um têm repercussão.

No Brasil, de 200 milhões de habitantes, 175 milhões vivem em cidades. É uma proporção que se manifesta em grande parte dos continentes. A noção de finitude nos impõe novos desafios na busca de preservação e da sustentabilidade das condições ambientais. Mas, igualmente, também das condições culturais e espaciais urbanas.

Todos vivemos uma mesma era. Um só mundo. As comunicações nos tornam instantâneos e os desdobramentos alcançam a todos.

Nesse contexto, a arquitetura enriquece sua experiência sem dogmas. Estimula a diversidade de modos de intervenção, a simbiose entre cultura popular e a dos arquitetos, a produção da nova cidade da tolerância e do reconhecimento das inúmeras contribuições e preexistências. Cidades que consigam ser as respostas desejadas ao século do urbano, do respeito ao meio ambiente e às necessidades das futuras gerações.

O Brasil possui vinte metrópoles e duas megacidades interligadas territorialmente. Apresenta arquiteturas-cidades que ilustram as inúmeras possibilidades e os enormes desafios da arquitetura do século 21. Arquiteturas da pobreza das favelas e do dinamismo das favelas; dos ricos enclaves e da pobreza dos enclaves; do espaço público de interação e do espaço do monofuncionalismo. Novas cidades, velhas cidades a pedirem nossa reflexão de arquitetos, de pensadores do urbano, de agentes produtores de cidade, de cidadãos.

Os intensos fluxos assimétricos, que caracterizam a cidade de hoje, se manifestam em processos como a circulação e localização desigual de investimentos e serviços, a vertigem do trânsito de imagens, produtos e informações e nas novas fronteiras sociais. A produção imobiliária segue focada na acumulação de capitais. Catástrofes ambientais, o esgotamento de recursos naturais, o inchamento e encolhimento de cidades colaboram no aumento de conflitos sociais, acirrando desigualdades e fragilidades.

A rapidez e a escala das mudanças acentua o sentimento de perda de valores e tradições culturais locais e enfraquece a capacidade de resiliência. Medidas econômicas protecionistas, nacionalismos exacerbados e lutas entre grupos étnicos retrocedem o relógio da história, na contracorrente do universalismo, da tolerância e dos esforços em prol de diálogos transculturais e transnacionais.

A globalização dos problemas é acompanhada pela internacionalização da atuação profissional. Arquitetos e urbanistas atuando simultaneamente em diversos países disseminam conceitos, tecnologias construtivas e estratégias projetuais. Equalizam aparências em toda parte, nem sempre atentos à contribuição das populações locais e de suas heranças culturais.

A prática profissional do arquiteto e urbanista enfrenta uma ampla e complexa ressignificação de seu lugar social e cultural; a possibilidade de crise, mas também de ampliação do campo de . atuação do arquiteto, merece uma necessária e profunda reflexão.

Eixos Temáticos

Segundo o título “Todos os Mundos. Um só mundo. Arquitetura 21”, o 27º Congresso será organizado a partir de quatro eixos temáticos. Eles definem uma matriz em que se agruparão as Conferências, Mesas Redondas, Mostras, Workshops e demais eventos, conforme sua afinidade com um dos eixos propostos.

Os eixos são interconectados, não são estanques. Permitem organizar abordagens específicas, dentro do amplo espectro de questões candentes do universo da arquitetura e do urbanismo contemporâneos. Permitem agregar trabalhos, saberes e reflexões que enfrentam um similar conjunto de questões, reunindo pessoas com interesses comuns, mesmo se diversos em lugar, escala, programa e enfoque.

1. DIVERSIDADE E MISTURA

Neste eixo, a ênfase é na arquitetura e no urbanismo atentos à diversidade e mistura de culturas e ao inter-relacionamento com outros campos profissionais, envolvendo questões antropológicas, políticas, sociais, culturais e econômicas e outras.

Acolhe experiências que valorizem a diversidade cultural e social, englobando a mistura de visões de mundo, de gêneros, de rendas, de raças. Que proporcionem a superação da segregação e de enclaves, e que reconheçam a necessidade de preservação dos legados materiais e imateriais dos diferentes povos.

Aqui também interessa investigar a diversidade de tempos e escalas. As obras bem-vindas são aquelas que estimulem a reflexão sobre as diversas escalas urbanas e seus tempos intrínsecos; propostas para reocupação de pequenos assentamentos, em parte condicionada pelas possibilidades proporcionadas pelas novas tecnologias; estudos que considerem um ritmo de vida alternativo, condizente com o cotidiano da pequena escala, entre outras possibilidades de abordagem.

2. MUDANÇAS E EMERGÊNCIAS

Neste eixo, se busca debater as intensas mudanças do mundo contemporâneo e seus reflexos no campo da arquitetura e do urbanismo, com ênfase nas dimensões social, ambiental e tecnológica. Discute o desafio imposto pelas novas tecnologias, relacionados aos processos de projeto e construção e suas implicações sobre o processo criativo e produtivo da profissão.

Este tema convida trabalhos que valorizem uma visão de arquitetura comprometida com a realidade de um mundo majoritariamente urbano. E que busquem contribuir para a redução dos efeitos das mudanças climáticas, o atendimento emergencial às populações desalojadas e o aprimoramento da visão de arquitetura sustentável, entre outros. Serão valorizadas experiências incorporando novos arranjos profissionais como a formação de coletivos, equipes multidisciplinares e processos participativos.

3. FRAGILIDADES E DESIGUALDADES

Enfoca as dimensões sociais da arquitetura e do urbanismo, tomando como foco os desafios mundiais para o enfrentamento das fragilidades e desigualdades urbanas. Considera os grandes contingentes de pessoas vivendo em condições precárias em favelas, cortiços, ruas, abrigos temporários, assentamentos informais e unidades habitacionais produzidas por autoconstrução ou autogestão, não raro expostos a condições de grande vulnerabilidade e violência urbana.

É dada preferência a trabalhos que contribuam para ampliar as formas de conexão com a sociedade e participação nos processos decisórios, debatendo programas e ações que promovam a inclusão social e contribuam para a reversão da atual tendência ao agravamento da segregação espacial. Exemplos são programas de urbanização de favelas, requalificação de edifícios em áreas centrais, regularização fundiária, autoconstrução assistida, universalização do acesso às infraestruturas, bens e serviços urbanos, entre outras propostas que contribuam para um conjunto abrangente de boas práticas.

4. TRANSITORIEDADES E FLUXOS

Repousa sobre os deslocamentos em geral, buscando ampliar a compreensão sobre as transitoriedades e os fluxos na escala planetária e nas escalas locais em suas dimensões demográfica, temporal e humana.

A velocidade desses novos fluxos tem contribuído para a consolidação de uma cultura global e a globalização da prática da arquitetura e do urbanismo, buscando discutir as implicações dessa realidade na formação e na prática profissional contemporânea.

As obras recebidas neste eixo tentarão compreender os deslocamentos de pessoas, de bens, de serviços, de empregos, assim como o deslocamento das informações, o fortalecimento das redes transnacionais, as novas formas de comunicação e as novas modalidades de sociabilidade que tem transformado profundamente nossas formas de vida. Serão priorizados trabalhos que abordem a questão das migrações contemporâneas, desde os grandes deslocamentos populacionais às pequenas acomodações locais, a revisão da ideia de fronteiras nacionais e culturais, as diásporas e exclusões, as intervenções de arquitetura e urbanismo voltadas para o atendimento do efêmero e do temporário, desde a moradia de emergência aos grandes eventos internacionais

COMITÊS

COMITÊ DE HONRA

Paulo Mendes da Rocha (BR)
Arquiteto - presidente do Comitê de Honra
Álvaro Siza (PT)
Arquiteto
André Corrêa do Lago (BR)
Diplomata
Carla Juaçaba (BR)
Arquiteta
Diébédo Francis Kéré (BF)
Arquiteto
Elizabeth de Portzamparc (BR/FR)
Arquiteta
Gilbeto Gil (BR)
Músico
Jaime Lerner (BR)
Arquiteto
Marisa Moreira Salles (BR)
Editora
Solano Benítez (PY)
Arquiteto

COMITÊ CIENTÍFICO

Elisabete França
Professora (FAAP e USPCidades) - Coordenadora do Comitê Científico
Margareth Silva Pereira
Professora (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Nivaldo Andrade
CEO (A&P Architecture) e professor (Universidade Federal da Bahia)
Ruth Verde Zein
Professora (Universidade Mackenzie)
Vinicius Andrade
CEO (Andrade Moretin Architects) e Professor (Escola da Cidade)
Zeca Brandão
Professor (Universidade Federal de Pernambuco)
Emma Miloyo
Arquiteta e Presidente the Associação Arquitetônica do Quênia - Região 5
Jane Duncan
Arquiteta e Ex-Presidente Imediato do RIBA - Região 1
Li Zhang
Professor de Arquitetura na Universidade de Tsinghua e Membro Suplente do Conselho - Região 4
Ruta Leitanaite
Presidente da Associação de Arquitetos da Lituânia - Região 2
Sam Oboh
Arquiteto e Ex-Presidente da RAIC - Região 3

Instituto de Arquitetos do Brasil - IAB

O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) é uma organização não governamental de representação de arquitetos e urbanistas brasileiros, que se dedica a temas de interesse do arquiteto, da cultura arquitetônica e de suas relações com a sociedade. Fundado no Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1921, está presente em todos os Estados da Federação e no Distrito Federal. É também a mais antiga das entidades brasileiras dedicadas à arquitetura, ao urbanismo e ao exercício da profissão.

No âmbito internacional, o IAB é membro fundador da União Internacional de Arquitetos (UIA) - órgão consultivo da UNESCO para assuntos relativos ao habitat e à qualidade do espaço construído -, e do Conselho Internacional de Arquitetos de Língua Portuguesa (CIALP). Participa ainda da Federação Pan-Americana de Associações de Arquitetos (FPAA).

No Brasil, por meio de sua Direção Nacional, integra o Colegiado das Entidades Nacionais de Arquitetura e Urbanismo (CEAU) - órgão consultivo da estrutura do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) -, e faz parte do Colégio Brasileiro de Arquitetos (CBA), coletivo das entidades brasileiras de arquitetura e urbanismo.

União Internacional de Arquitetos - UIA

A União Internacional dos Arquitetos (UIA) - órgão consultivo da UNESCO para assuntos relativos ao habitat e à qualidade do espaço construído - é uma instituição não governamental que congrega as associações nacionais de arquitetos de 124 países. Criada em 1948, a entidade representa hoje cerca de um milhão e trezentos mil arquitetos de todo o mundo.

Com objetivo de reunir os arquitetos e urbanistas sem qualquer forma de discriminação, a UIA se dedica à qualificação e promoção da profissão, reforçando a qualidade da arquitetura global através dos esforços de especialistas de todo mundo que trabalham em três comissões: educação arquitetônica, prática profissional e concursos internacionais.

Sobre o COMITÊ EXECUTIVO DO XXVII CONGRESSO MUNDIAL DE ARQUITETOS UIA2020RIO

O Comitê UIA2020RIO é uma associação de propósito específico criada exclusivamente para a organização do 27º Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2020 RIO. Foi constituída pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento do Rio de Janeiro, IAB RJ, por delegação do Instituto de Arquitetos do Brasil, IAB, e seguIndo recomendação da União Internacional de Arquitetos, UIA. Tem sede no Rio de Janeiro, à rua do Pinheiro, 10, Flamengo, sede do IAB RJ. Sua ata de fundação é datada de 1º de maio de 2015.

O Comitê é uma associação sem fins econômicos, de propósito específico, organizada de acordo com os artigos 53 e seguintes, do Código Civil. A Associação tem por propósito específico promover e organizar o XXVII Congresso Mundial de Arquitetos UIA2020RIO, a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro em julho de 2020, em conformidade com o contrato firmado entre o IAB e a UIA.

Integram o Comitê como associados fundadores: o Instituto de Arquitetos do Brasil, o Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento do Rio de Janeiro, os então integrantes dos Conselhos Diretores das duas entidades, um Conselheiro Vitalício do IAB, um Conselheiro Vitalício do IAB RJ, e o representante no IAB junto ao Conselho da UIA, ficando assim constituído, respectivamente:

  • o presidente do IAB,
  • o presidente do IAB/RJ,
    e os arquitetos
  • Sérgio Ferraz Magalhães (Diretor-Presidente),
  • Pedro da Luz Moreira (Diretor Vice-Presidente),
  • Maria da Conceição Alves de Guimaraens (Diretora Cultural e de Marketing),
  • Norma Maron Taulois (Diretora Financeira-Administrativa),
  • Fabiana Generoso Izaga (Secretária Geral),
  • Haroldo Pinheiro Villar de Queiroz, Luiz Fernando Donadio Janot e Roberto Simon (membros do Conselho Fiscal).

Por decisão unânime, em sua primeira reunião, os integrantes do Comitê decidiram que seu trabalho será estritamente voluntário, sem remuneração salarial ou por participação em reuniões (jeton). Os eventuais resultados financeiros auferidos pelo Comitê, em sua extinção e cumprido o seu propósito específico, serão integralmente transferidos ao Instituto de Arquitetos do Brasil.

Congressos Mundiais da UIA

Os Congressos Mundiais de Arquitetos realizam-se a cada três anos, em um país membro da União Internacional de Arquitetos. O 27º Congresso Mundial é o primeiro que se realiza no Brasil.

Rio 2020
All the worlds. Just one world. Architecture 21

Seoul 2017
Soul Of City

Durban 2014
Architecture Otherwhere

Tokyo 2011
Design 2050

Turin 2008
Transmitting Architecture

Istanbul 2005
Grand Bazaar of Archictectures

Berlin 2002
Resource Architecture

Beijing 1999
Architecture of the 21st Century

Barcelona 1996
Present and Futures: Architecture in Cities

Chicago 1993
Architecture at the Crossroads

Montreal 1990
Cultures and Technologies

Brighton 1987
Shelter and Cities - Building Tomorrow's World

Cairo 1985
Present and Future Missions of the Architect

Warsaw 1981
Architecture, Man, Environment

Mexico City 1978
Architecture and National Development

Madrid 1975
Creativity and Technologie

Varna 1972
Architecture and Leisure

Buenos Aires 1969
Architecture as a Social Factor

Prague 1967
Architecture and the Human Milieu

Paris 1965
The Training of Architects

Havana 1963
Architecture in Underdeveloped Countries

London 1961
New Techniques and New Materials

Moscow 1958
Construction and Reconstruction

The Hague 1955
Architecture and the Evolutions of Building

Lisbon 1953
Architecture at the Crossroads

Rabat 1951
How Architecture is Dealing with its New Tasks

Lausanne 1948
Architecture Faced with its New Tasks

Copenhagen sediará o congresso da União Internacional de Arquitetos (UIA) em 2023 com o tema "Design for a Sustainable Future".

Realização

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Agência de Viagens

Produção

Secretaria Executiva