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Viva, Paulo Mendes da Rocha!

25/10/2019
Paulo Mendes da Rocha
Foto: RIBA

Prêmio Pritzker, Leão de Ouro da Bienal de Veneza, Medalha de Ouro Real do Royal Institute of British Architects (Riba), Prêmio Imperial do Japão, Prêmio Mies van der Rohe e, mais que tudo, 91 anos, completos nesta sexta-feira, 25 de outubro, de uma profusa e ininterrupta produção de arquitetura contemporânea: Paulo Mendes da Rocha é o maior arquiteto brasileiro vivo.

Presidente do Comitê de Honra do UIA2020RIO, o 27o Congresso Mundial de Arquitetura, o arquiteto da escola modernista de São Paulo é um dos destaques da extensa programação de eventos de arquitetura que o Rio de Janeiro receberá em 2020.

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Formado em 1954 pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, Mendes da Rocha ficou conhecido pelo uso extensivo do concreto armado aparente, de estruturas racionais e de grandes espaços abertos, dentro da cartilha da escola paulista, que defendia uma arquitetura “crua, limpa, clara e socialmente responsável”.

Influenciado por João Batista Vilanova Artigas, seu primeiro projeto de renome foi o Club Athlético Paulistano, em São Paulo. Ao longo da carreira, produziu marcos arquitetônicos paulistanos como o Edifício Guaimbê, a Casa do Butantã, o Museu Brasileiro da Escultura, a reforma do prédio da Pinacoteca e o Sesc da 24 de maio, além de projetos em outras cidades, como o estádio Serra Dourada, em Goiânia, e o Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, Portugal.

O interior da Pinacoteca do Estado de São Paulo, reformada por Paulo Mendes
Foto: CC Gaf.arq
O Museu Nacional dos Coches, em Lisboa
Foto: CC Bosc d´Anjou


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